26 de setembro de 2012

Starters [Lissa Price]


Callie perdeu os pais quando a Guerra dos Esporos varreu todas as pessoas entre 20 e 60 anos. Ela e seu irmão mais novo, Tyler, estão se virando, vivendo como desabrigados com seu amigo Michael e lutando contra rebeldes que os matariam por uma bolacha.
A única esperança de Callie é Prime Destinations, um lugar perturbador em Berverly Hills que abriga uma misteriosa figura conhecida como Velho. Ele contrata adolescentes para alugar seus corpos aos Enders — idosos que desejam ser jovens novamente. Callie, desesperada pelo dinheiro que os ajudará a sobreviver, concorda em ser uma doadora. Mas o que parecia ser a solução é apenas o começo de grandes descobertas... E Callie terá que lutar para tentar sobreviver.


Encontrando a ficção científica, Starters apenas simpatiza com a tão comentada distopia. O caos em que vivem os personagens é fator-chave para todos os acontecimentos na trama, mas não ganha tanta profundidade quanto deseja o leitor ao mergulhar na história.

O tema não alcança todo o seu potencial, apesar de ser interessante e servir de gancho para reflexões e comparações com o mundo (e valores) contemporâneos. A ideia do aluguel de corpos, enaltecendo a juventude apenas em sua estética, sugere forte relação com a atual inversão de valores, estes tão baseados na aparência e no poder aquisitivo. O corpo, tão valorizado na vida real, na trama é descartável, propriedade de ninguém - ou melhor, de quem tem grana para comprá-lo, literalmente.

O sentimentalismo aparece, muitas vezes, em excesso e desorientado, como que meio deslocado na festa de elementos que compõem a trama. Entendo a questão do irmão doente e o fato de ser o gatilho para os (maiores) problemas da protagonista, Cally. Mas não foram raras as vezes em que não me senti totalmente convencida pela narrativa. Senti certa carência de explicações. O envolvimento romântico entre Cally e Blake, além do ciúme e da sugestão de um possível triângulo amoroso com Michael, foi tão óbvio quanto supérfluo.

Apesar de nenhum dos personagens ter realmente chamado minha atenção, o Velho tem ares de vilão intrigante. Imaginei muito forte um teor psicológico pesado ligado a ele - e secretamente desejo que seja assim na continuação da série.

Apesar das críticas, o livro diverte e, como disse lá no início, o tema pode render momentos produtivos de "exercício tico e teco". O final levanta os ânimos, já relativamente desgastados com o decorrer da história; sendo assim, a probabilidade de terminar a leitura curioso(a) e querendo ler a continuação é grandinha. Ainda, há sempre a esperança de que as continuações "resolvam" os deslizes do primeiro volume (superficialidade, falta de explicações,…), embora eu pense que uma trama coerente e que se justifique é como o "acabamento" da história - indispensável e fator determinante de sua qualidade.

Título: Starters
Título original: Starters
Autor(a): Lissa Price
Editora: Novo Conceito
Edição: 2012
Ano da obra: 2012
Páginas: 368

17 de setembro de 2012

Vi na Livraria: O Museu do Peixe Morto, de Charles D'Ambrosio



Basicamente, o motivo pelo qual O Museu do Peixe Morto me atraiu em meio a tantos outros títulos, todos misturados em um display na livraria, foi justamente o próprio título. Através da sinopse, percebi que o livro é notável e merece atenção. Digam se não estou certa:

O MUSEU DO PEIXE MORTO, de Charles D'Ambrosio, Ed. Grua, 2010.

Os oito contos de O Museu do Peixe Morto apareceram originalmente em importantes publicações americanas como The New Yorker e fizeram parte de coletâneas como The Best American Short Stories (2004 e 2005). No Brasil, o conto "Roteirista" foi publicado pela Serrote (número 3, dezembro de 2009), que apresentou o autor como “um dos mais hábeis e envolventes narradores norte-americanos da atualidade”.

No conto "O esquema geral das coisas", um casal de picaretas sai pelo interior, em meio a fazendas de milho e caipiras, tentando conseguir dinheiro à custa de pequenos golpes. Um casal de velhos os acolhe, e essa é uma boa medida do trabalho de D'Ambrosio, que se equilibra com maestria no falso paradoxo entre vidas à margem e lirismo. As personagens são acolhidas. Os tipos esquisitões, tão comuns no imaginário da sociedade americana, ganham aqui um novo e desassombrado olhar. O menino que mora no orfanato de freiras e cujo pai ficou incapaz num acidente que matou a mãe; o roteirista bem-sucedido que é internado com diagnóstico de suicida em uma clínica psiquiátrica; o homem que conserta máquinas de escrever, ofício que herdou do pai e que não poderá passar ao filho, esquizofrênico; o rapaz que sai em direção ao mar com a urna de cinzas do avô, dando carona a estranhos.

Charles D’Ambrosio escreve sobre os Estados Unidos dos pequenos dramas, e é do país oculto na grande e heróica nação que ele extrai a matéria-prima para sua literatura, que tem conquistado crítica e público.

6 de setembro de 2012

Cadernos de viagem, encontro de arte + literatura

Este post estava no forno há meses e a ideia inicial era fazê-lo em forma de vídeo. Mas quem está sempre por aqui já notou que até hoje só fiz 2 vídeos para o blog. Não é má vontade e nem preguiça, juro. É só que me falta um “ânimo interior” para fazer mais vídeos. Um dia eu supero isso!
Então, vamos ao que interessa...

VOCÊS CURTEM LITERATURA DE VIAGEM?
MAIS PRECISAMENTE, JÁ VIRAM/LERAM UM DIÁRIO OU CADERNO DE VIAGEM?




LITERATURA DE VIAGEM
É o relato/escrita de viagem acrescida de valor literário; as memórias das experiências do autor ao visitar um local em situação de viagem. A narrativa é coerente, e a estética é importante – não se trata da simples enumeração de datas e eventos. Geralmente, é baseada em relatos de viagens reais, mas também pode aparecer em forma de ficção.

A literatura ou relato de viagem espalhou-se bastante durante os séculos XV e XVI, com os grandes Descobrimentos. Relacionava-se à necessidade de registrar informações geográficas, atmosféricas, rotas... Mais adiante, foram incorporados aspectos mais antropológicos devido à curiosidade e à própria vontade de descrever os cenários, os povos e seus costumes, a fauna e flora. Tudo era novo e exótico, portanto merecia ser registrado!

A literatura de viagem, de maneira geral, compreende roteiros, diários de bordo (apontamentos de marinheiros, viajantes ou escrivães), cartas enviadas aos reis. Um exemplo bem conhecido é A Carta, de Pero Vaz de Caminha. É possível encontrar narrativas de viagens de épocas ainda mais distantes – como Odisseia (de Homero) e As Viagens de Marco Polo. Como exemplos mais recentes, podemos citar Diários de Bicicleta (de David Byrne), além de algumas obras do brasileiro Érico Veríssimo (México - história duma viagem, Israel em abril, etc).


E OS DIÁRIOS E CADERNOS DE VIAGEM?
O diário ou caderno de viagem é um gênero que mescla literatura e arte. Geralmente traz a viagem em seu sentido mais amplo, mostrando a descoberta e exploração do desconhecido, podendo o contexto girar em torno de um tema específico ou não. Além disso, a impressão pessoal do autor é muito forte e essencial neste tipo de obra, que muitas vezes tem caráter subjetivo.
O diário de viagem normalmente apresenta pouco texto (muitas vezes disperso pelas páginas) e um importante aspecto plástico - croquis, desenhos, composições a partir de colagens ou fotos. Muitos escritores-artistas utilizam o popular Moleskine para conceber suas obras.

Resolvi falar sobre cadernos de viagem aqui no blog justamente porque, após quase um ano morando na França, notei que não é um gênero muito difundido aqui no Brasil.
Na Europa, os cadernos de viagem são muito apreciados e há editoras que se especializam neste nicho – estagiei em uma delas, inclusive.

Ainda, existe um evento anual acerca dos cadernos de viagem na cidade francesa de Clermont-Ferrand. O Rendez-vous du Carnet de Voyage* acontece todos os anos desde 2000 e traz exposições de cadernos de viagem, encontros (com carnettistes, autores e ilustradores), projeção de filmes, além de palestras, ateliês e premiações de obras e artistas. Cada edição prioriza um ou alguns temas (geralmente um país ou região do mundo). O tema de destaque da 13ª edição, que ocorrerá em novembro deste ano, é a Península Ibérica e a América Latina.
*Ver "LINKS RELACIONADOS"

(O motivo principal pelo qual eu queria ter feito este post em forma de vídeo era para mostrar para vocês alguns cadernos de viagem que eu trouxe comigo na mala, todos da editora Reflets d’ailleurs, na qual estagiei. São livros com um trabalho artístico muito notável. Mas, como não rolou vídeo, fiz fotos dos livros para ilustrar o post.)









Para vocês terem uma ideia melhor de como são as ilustrações em um caderno de viagem, sugiro que deem uma espiada no site da Urban Sketchers*, uma organização sem fins lucrativos conhecida no mundo todo, que reúne e incentiva o desenho urbano local e seus artistas. O Brasil tem seu próprio blog, parte da organização, o Urban Sketchers Brasil*.
*Ver "LINKS RELACIONADOS"


PARA VER
Diário de viagem: vídeo que mostra desenhos de um diário de viagem. Bem maneiro.
Imagens de cadernos de viagem (Creative travel journals, no blog Black Eiffel – em inglês).


LINKS RELACIONADOS
Rendez-vous du Carnet de Voyagewww.rendezvous-carnetdevoyage.com
Urban Sketcherswww.urbansketchers.org
Urban Sketchers Brasilbrasil.urbansketchers.org

29 de agosto de 2012

Branca de Neve e o Caçador [Lily Blake / Evan Daugherty / John Lee Hancock / Hossein Amini]


Quem você será quando for confrontado
com o fim?
O fim de um reino.
O fim dos bons homens.
Você correrá?
Você se esconderá?
Ou perseguirá o mal com um orgulho venenoso?


Há dez anos, a vingativa Rainha Ravenna assassinou o rei na mesma noite em que se casara com ele. No entanto, dominar o reino tornou-se um sofrimento para a Rainha. Para salvar seus poderes e manter-se jovem e bela para sempre, ela deve devorar um coração puro, e Branca de Neve é a única pessoa com esse coração. A fim de capturá-la, Ravenna recorre ao Caçador, o único homem que já se aventurou pela Floresta Sombria e sobreviveu. Branca de Neve será morta pelo Caçador? Ou será treinada por ele e se tornará a melhor guerreira que o reino já conheceu?



Diferentemente da maioria das adaptações, nesta aqui, o livro foi baseado no filme, e não o contrário. Talvez isto tenha contribuído para a falta de identidade da narrativa.

Branca de Neve e o Caçador tinha potencial para ser um ótimo romance. A proposta de uma adaptação um tanto sombria do conhecido conto de fadas, com uma protagonista que luta pelo que acredita, é deveras válida, atraente até. No entanto, uma narrativa pobre e descrições insossas puseram tudo a perder. A trama carece de detalhes e de personalidade, fazendo com que o leitor não encontre o encanto que o faria mergulhar na história. Até os momentos de ação parecem foscos e acontecem de maneira breve, quase despercebida.

A superficialidade atinge também os personagens. Todos, sem exceção, são fracamente desenvolvidos e, assim como o próprio texto, não surpreendem em momento algum. Se fisicamente a obviedade do clássico perpetua (a loirice da Rainha Ravenna e o porte másculo e cabelo desalinhado do Caçador que o digam!), seriam esperadas algumas peculiaridades e certo aprofundamento de caráter. Ao invés disso, nos são entregues figuras ocas que repetem frases prontas. E só.

Para algo (bem) descompromissado, o livro pode até entreter. Mas, francamente, essa releitura de Branca de Neve poderia ter feito bem melhor. A impressão que ficou é a de que a adaptação – que ganhou roupagem mais teen, com ares “girl power” – parece ter sido concebida com o único objetivo de incrementar a marca Snow White and the Huntsman.

Em tempo: apesar de tudo, a edição é caprichadinha. A divisão dos capítulos e das partes do livro é estilizada seguindo o aspecto medieval da história.

Título: Branca de Neve e o Caçador
Título original: Snow White and the Huntsman
Autor(a): Lily Blake; Evan Daugherty; John Lee Hancock; Hossein Amini
Editora: Novo Conceito
Edição: 2012
Ano da obra: 2012
Páginas: 208

24 de agosto de 2012

Vi na Livraria: Borralheiro (minha viagem pela casa), de Fabrício Carpinejar



Há alguns anos li, assim por acaso e de um só fôlego, os textos de Canalha!. E foi uma deliciosa descoberta, já que não conhecia nada do autor. Nele, Carpinejar me cativou com o humor de suas crônicas, com a figura do homem dos dias atuais, seu comportamento e seu papel – ambos em constante transformação.
Por isso escolhi Borralheiro para o Vi na Livraria. Uma outra faceta do homem contemporâneo. Um livro que me atrai e que quero, um dia, ler.

BORRALHEIRO (minha viagem pela casa), de Fabrício Carpinejar, Ed. Bertrand Brasil, 2011.

O homem é o novo dono do lar. O novo romântico. O novo casamenteiro. Não tem vergonha de chorar, lembra a data do primeiro beijo e conhece de cor e salteado onde ficam as toalhas e quais estão secas.

Em 100 crônicas, o escritor confidencia as estratégias divertidas de sedução e faz advertências saborosas, como nunca mexer no umbigo da namorada ou apertar suas bochechas. Em altas doses de lirismo e humor, Carpinejar embarca em uma viagem sem volta pela residência. Passeia por cada cômodo, brincando com as diferenças do comportamento entre marido e mulher e destruindo condicionamentos do sexo e do amor. O escritor não foge de uma boa discussão de relacionamento, tanto que acha que a briga deveria ser profissionalizada com O Dia da DR.

Depois dos sucessos de Canalha! e Mulher Perdigueira, Carpinejar retrata a mudança do comportamento masculino. Descobre agora o Borralheiro, personagem que não se sente menosprezado por cuidar das tarefas domésticas. O autor convida cada um a repensar a rotina e se apaixonar novamente pelo casamento. Se em Canalha!, ele indicava a importância dos bicos da caixa de leite, aqui divide com a mulher copos de requeijão e iogurte.

Para ler algumas das crônicas de Borralheiro, acessem a página do livro.

17 de agosto de 2012

A delicadeza [David Foenkinos]

Tendo a canção L’amour en fuite (O amor em fuga), de Alain Souchon, como fundo musical, Foenkinos constrói uma comédia sentimental saborosa.

Nathalie e François viviam o que se poderia chamar de um amor perfeito. Uma felicidade daquelas que despertam admiração dos que a observam e o medo de quem a vive. Depois de sete anos de casamento, a tragédia atravessa a rotina de Nathalie: François morre, deixando a jovem mergulhada numa dor quase insuportável. E a perdida Nathalie encontra-se, no caminho em busca por si mesma, com o não menos confuso Markus.
Nathalie, em um luto aparentemente eterno, é atraente e constantemente assediada pelo diretor da empresa. Markus é um sueco sem muitos atrativos físicos e com um histórico de insucessos amorosos que colaboram para a sua timidez e para a falta de jeito com o sexo oposto. No entanto, ele transmite certa calmaria e possui um senso de humor que se revela aos poucos em frases não muito habituais, mas certeiras. Contrariando todas as expectativas, é com ele e por ele que Nathalie enfrentará a dor da perda e tentará seguir em frente.

O beijo é muitas vezes o ponto de partida das mais diversas histórias de amor, sejam elas breves, eternas, bem-sucedidas ou não. Em A delicadeza, David Foenkinos colocou o beijo como a linha que separa a depressão e o recolhimento da protagonista de sua redescoberta dos assuntos do coração. E foi de maneira inusitada, e por isso mesmo, dotada de charme ímpar.

Com um beijo é que começa a história de Nathalie e Markus. Relacionamento de início desajeitado, manco até, e por isso mesmo hilário. Engana-se quem pensa que A delicadeza traz uma história de amor convencional. O livro não é daqueles para se roer de curiosidade e torcer para que mocinho e mocinha fiquem juntos no final. É um livro em que os protagonistas se descobrem – ao outro e a si mesmo – e o leitor acompanha esse caminho regalado por um texto com pitadas de humor. Esse humor aparece também através de “minicapítulos” que intercalam a narrativa, destinados simplesmente a entrar em algum detalhe sobre algo já mencionado e que, aparentemente, não tem importância na trama. Pequenas informações a título de curiosidade – os ingredientes necessários para preparar um risoto de aspargos, um pensamento de um filósofo polonês, ou o título de um quadro – que acabam por dar um brilho a mais no todo e realçar o humor na obra.

O ambiente de trabalho (ambos são parte da mesma equipe de trabalho em uma multinacional sueca) revela as “pequenas” podridões contidas no jogo das normas sociais. Os comentários que nunca cessam, as relações empobrecidas e superficiais, e a necessidade de invadir o outro por nada saber fazer com o vazio dentro de si. Não haveria, a meu ver, melhor ambiente para fazer brotar algo – talvez a única coisa realmente viva e verdadeira lá dentro – entre os protagonistas. Ponto para o autor!

A delicadeza traz uma história charmosa. Seus personagens, também charmosos, são traçados com excelência pelo autor, e parecem ganhar vida própria em uma trama que navega pelas várias nuances da palavra "delicadeza"...

Curiosidade: o livro foi adaptado para o cinema pelo próprio David Foenkinos junto com seu irmão, Stéphane Foenkinos. O filme, intitulado A Delicadeza do Amor, é estrelado por Audrey Tautou e François Damiens e chegou às telas em 2011.

Título: A delicadeza
Título original: La délicatesse
Autor(a): David Foenkinos
Editora: Rocco
Edição: 2011
Ano da obra: 2009
Páginas: 192


Li a obra em seu idioma de origem, o francês. Não é uma leitura difícil, mas recomendaria apenas aos que já possuem um nível mais avançado da língua; diria que requer uma importante compreensão gramatical.

Recorri ao dicionário algumas vezes, ainda que o vocabulário e as expressões que desconhecia não chegassem a impedir o entendimento pelo contexto – tanto que lia tranquilamente na rua, sem ter um dicionário a tiracolo. Ótimo para quem já fala francês e quer praticar um pouco mais.

E sim, é a Audrey Tautou na capa (em uma das cenas do filme), o que deixou o livro ainda mais irresistível, não?!


LA DÉLICATESSE (David Foenkinos, Éditions Gallimard, Collection Folio – 5177, 2012)

15 de agosto de 2012

PROMOÇÃO: "Starters"

Quem aí está a fim de ganhar um kit do livro Starters, da autora Lissa Price?!
O kit está bem legal, a Novo Conceito caprichou! Você pode ver o kit lá embaixo, no final do post.

Para concorrer, basta seguir as regrinhas abaixo:

1. Residir no Brasil.
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4. Comentar neste post, validando a participação.

E não se esqueça de preencher o formulário Rafflecopter abaixo!

Pronto! Você já está participando!

Mas, você pode ter chances adicionais se:
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IMPORTANTE:
- Serão aceitas participações até 02/09/2012.
- TODOS os itens marcados como "obrigatório" ("mandatory" no formulário) deverão ser cumpridos para que a participação seja válida.
- O resultado será publicado neste mesmo post.
- O kit será enviado pelo blog.
- Enviarei um e-mail ao sorteado(a), que deverá ser respondido em até 3 dias. Não havendo resposta dentro do prazo, será feito um novo sorteio.

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